– No começo ficou parecendo que a gente só ia participar, não da nossa parte. A gente sempre entra para todos os jogos e todas as competições. Quando a gente está conectado com o jogo, trabalhando na nossa intensidade máxima, mesmo sem ser brilhantes, mas conseguindo estar conectados, a gente é muito competitivo.
Guanaes: “Não dá para normalizar” Mirassol nas oitavas da Libertadores
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