– Eu sou a interventora, sou a gestora da SAF, então eu tenho a caneta para dizer “contrata esse, demite aquele”. No fundo, a última palavra é minha. Mas eu não tenho o perfil (de decidir a parte esportiva). Não tenho nem time, não torço para nenhum. Tenho um perfil conciliador, por isso a juíza me escolheu. Eu não sou pé na porta, não vou falar: “quem tem que escolher treinador sou eu, quem tem que contratar sou eu, vou trocar todo mundo”. Não é essa a minha intenção, não quero causar. Quero ajudar o Vasco a sair dessa situação. Mas, juridicamente, esse poder é meu – comentou a advogada.


