Mas voltando à grande jornada vivida em Atlanta, outra grande tentação é dizer que a Espanha está condenada a ser uma grande decepção – a mesma Espanha que goleou na estreia em 2022 e caiu nas oitavas, ou que perdeu para a Suíça antes de ser campeã em 2010. Na verdade, é possível olhar para o jogo e apreciar a resistência de Cabo Verde, emocionar-se com a celebração pelo ponto conquistado, e ao mesmo achar que a Espanha deveria ter feito mais. Ou, ainda, entender que é mesmo difícil fazer gols em times que se montam exclusivamente para proteger sua área. Neste ponto, méritos para Vozinha e para o inesgotável esforço de Diney Borges e Roberto Lopes, os zagueiros do time africano.
Espanha sofre sem seus pontas, e Cabo Verde escreve a grande história da Copa do Mundo até aqui
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